sexta-feira, 23 de abril de 2010

As Três Leis de Kepler para a Órbita dos Planetas

As leis de Kepler para a Gravitação Universal , pode ser utilizada para todos os elementos que gravitem em volta de uma massa que esteja no centro.
Elas podem ser usadas com todos os tipos de sistema , não só com o nosso Sistema Solar , também podem ser sátélites que estejam em volta de um planeta qualquer onde o planeta seria o nosso Sol . Atualmente , eixistem 300 satélites artificiais em volta da Terra.
Finalmente vamos as Três Leis de Kepler : a 1ª lei , a lei das órbitas . consistem no dito de que a Terra e todos os outros planetas giram em torno do Sol em órbitas elípicas , que não são própriamente redondas , e o Sol fica em um de seus focos . Nessa lei a diantancia dos planetas com o Sol varia, o ponto que fica mais perto é o PERIÉLIO , e o mais longe o AFÉLIO. a velocidade também varia de acordo com a distancia , no periélio é mais rápida , e no afélio é mais devagar.
Na 2ª lei de Kepler , a lei das áreas , fala sobre a velocidade dos planetas ao redor do Sol e diz que o raio-vetor , que é uma linha imaginaria que une o Sol e o Planeta, mostra áreas iguais aos espaços de tempo que é levado para percorre-la . Uma consequencia dessa lei é o planeta mostrar áreas iguais , em espaços de tempo iguais. Já a terceira lei , a lei dos períodos, nos fala sobre a duração dos anos entre planetas mais proximos e mais distantes do sol. ela nos explica que planetas mais próximos tem anos de curta duração e os planetas mais distantes tem anos mais longos um exemplo disso são os planetas de Mercúrio e Plutão ( que ERA um planeta) , o primeiro que é o mais perto do sol , tem ano de mais ou menos 88 DIAS terrestres , e o segundo de que era o mais afastado tinha mais ou menos 248 ANOS terrestres ,o que é muito tempo . Kepler conhecia muito bem os periodos de translação da terra , e conhecia também a destes outros planetas , conhecia as suas distancias média do sol . a distancia Terra-Sol , é chamada de Unidade astronimica , e é representada por UA , 1 UA corresponde a 149.600.000 km.






integrantes do grupo :
Andrielle , n° 5
Camila Silva dos Santos , nº 11
Carine , nº 12
Fonte :
http://www.portalimpacto.com.br/docs/Aula19e20Rennan1Ano.pdf

Qual a Origem da Lua ?você sabe ?

Não se sabe ao certo como a lua se originou, mas existem inúmeras teorias que relatam seu aparecimento em órbita. A teoria mais aceita hoje diz que a lua se formou através de uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos.

Acredita-se que o choque entre os dois corpos aconteceu na última fase do processo de formação da Terra, quando parte do seu núcleo se perdeu. Uma nuvem de poeira se formou sobre a Terra em razão da colisão.

A parte perdida do núcleo sofreu um processo de condensação e se aproximou do plano da eclíptica, que fez com que este núcleo condensado entrasse em órbita. Sua temperatura após a condensação explica a ausência de compostos voláteis nas rochas lunares.

Outra hipótese, atualmente a mais aceita, é a de que um planeta desaparecido e denominado Theia, aproximadamente do tamanho de Marte, ainda no princípio da formação da Terra, teria se chocado com nosso planeta. Tamanha colisão teria desintegrado totalmente o planeta Theia e forçado a expulsão de pedaços de rocha líquida. Esses pequenos corpos foram condensados em um mesmo corpo, o qual teria sido aprisionado pelo campo gravitacional da Terra. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.

Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria a Lua, e o menor teria voltado a se chocar com a Terra, formando as massas continentais.

Faces da lua:

As partes mais próximas de um objecto em órbita em volta de um planeta sofrem uma atracção gravitacional maior deste (porque estão a uma menor distância dele) do que as mais distantes, ou seja, há um gradiente de gravidade. Isso faz com que se gere um binário que leva o objecto a acabar por ficar orientado no espaço de modo a que seja a sua parte com uma maior massa a ficar voltada para o planeta. É esse efeito que explica porque é que a Lua assume uma taxa de rotação estável que mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. O seu centro de massa está distanciado do seu centro geométrico de cerca de 2 km na direcção da Terra.

Curiosamente, não se sabe porquê, do lado voltado para a Terra a sua crosta é mais fina quanto à amplitude de relevo e é onde estão concentrados os mares - as zonas mais planas.

As designações "continentes" e "mares" não devem ser entendidas com o mesmo significado que têm na Terra. Os continentes são escarpados e constituídos por rochas mais claras (anortositos), essencialmente formados por feldspatos, que reflectem 18% da luz incidente proveniente do Sol. Apresentam, em geral, um maior número de crateras de impacto e ocupam a maior extensão da superfície lunar. Os mares lunares não têm água, apresentam a sua superfície mais plana do que a dos continentes, fazendo lembrar a superfície livre de um líquido. São escuros, constituídos por basaltos, reflectindo apenas cerca de 6% a 7% da luz incidente. A formação dos mares, que são mais abundantes na face visível do que na face não visível (lado escuro), relaciona-se com os impactos meteoríticos.

FONTES:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua

http://www.brasilescola.com/curiosidades/a-origem-da-lua.htm



nome:wellison

numero:40

1°série B

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Big Bang e a sua teoria!

Em cosmologia, Big Bang é a teoria científica que defende surgimento do universo a partir de um estado extremamente denso e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. Ela baseia-se em diversas observações que indicam que o universo está em expansão de acordo com um modelo Friedmann-Robertson-Walker baseado na teoria da Relatividade Geral, dentre as quais a mais tradicional e importante é relação entre os redshifts e distâncias de objetos longínquos, conhecida como Lei de Hubble, e na aplicação do princípio cosmológico.

Em um sentido mais estrito, o termo "Big Bang" designa a fase densa e quente pela qual passou o universo. Essa fase marcante, de início da expansão comparada a uma explosão, foi assim chamada pela primeira vez, de maneira desdenhosa, pelo físico inglês Fred Hoyle no programa "The Nature of Things" da rádio BBC. Hoyle, proponente do modelo (hoje abandonado) do universo estacionário, ridicularizava.

Apesar de sua origem, a expressão"Big Bang" acabou perdendo sua conotação pejorativa e irônica para tornar-se o nome científico da época densa e quente pela qual passou o universo.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.
No entanto, o Big Bang é uma teoria, não sendo unanimidade entre os estudiosos.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968). Segundo ele, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.

Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.

Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.

Nomes: Nádia

Beatriz Ribeiro da silva

Paloma.

Fonte: Wikipedia,Shvoong

PS: O Trabalho foi postado por mim (Henrique) porque as individuas acima não conseguiram Públicar xD.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O LHC

A sigla “LHC” pode ser definida por Large Hadron Collider ou Grande Colisor de Hádrons/Hadrões, é o maior acelerador de partículas do mundo e fica localizado na fronteira da França com a Suíça. Ele começou seus funcionamentos no dia 10 de setembro de 2008.

Os principais objetivos do LHC é tentar explicar toda a origem de elementos físicos e científicos. Também tentam descobrir a existência da super simetria entre outras coisas.

Cientistas que trabalham no LHC afirmam que “Entretanto, se um buraco negro fosse produzido dentro do LHC, ele teria um tamanho milhões de vezes menor que um grão de areia, e não viveria mais de 10-27 segundos, pois por ser um buraco negro, emitiria radiação e deixaria de existir.”



Componentes Do Grupo:


Ewerton Brito nº16

Carla Roberta nº13

Francis Lordan nº17


http://hareboo.com/e-lhc-maior-acelerador-de-particulas/

o que são tsunamis e como eles ocorrem?



Tusunami é um onda gigante que se forma no meio do Oceano, geralmente causa pela movimentação da crosta terrestres, ou seja terremotos ou vulcões, no alto mar elas são baixas não passam de 30 cm de altura mas a medida que se aproxima do litoral perdem velocidade a ganham altura podendo passar dos 20 metros de altura.
Ainda elas podem ser formada através dos ventos durante uma tempestade, e as formadas por corpos celestes.

Segundo os cientistas a maior tsunami que atingiu a terra foi no final do período Cretáceo a aproximadamente 65 milhões de anos atrás, segundos eles, ela atingiu facilmente os 3000 metros de altura, varrendo todo o continente americano
Tsunami, denominação derivada do japonês que significa onda de porto, corresponde às ondas provocadas por deslocamento da crosta oceânica que empurram a massa de água para cima, além do deslocamento de terras e gelo ou impacto de um meteorito no mar.

Em geral, um Tsunami é formado a partir de anomalias que provocam deslocamentos de uma enorme massa de água como terremotos, deslocamentos de massa continental, erupções vulcânicas ou meteorito, esse fenômeno pode surgir sempre que ocorrer acidentes geológicos de forma repentina na superfície marinha que faz deslizar de forma vertical a massa de água.

Grande parte dos Tsunamis ocorre no Oceano Pacífico, no entanto, nada impede que aconteça em qualquer lugar e hora.

Os Tsunamis são ondas gigantescas, existem estimativas de ondas com mais de 30 metros de altura e velocidade incrível de mil quilômetros por hora, a formação de grandes ondas ocorrem também a partir de terremotos continentais.
Esse fenômeno natural é um perigo real e em muitos casos é difícil de prever, quando acontece certamente produz uma grande destruição além de inúmeras mortes, diante disso é de fundamental importância a dispersão em todos os oceanos de equipamentos e sondas para identificar possíveis abalos e assim evacuar áreas para que pelo menos vidas humanas sejam poupadas, uma vez que prejuízos financeiros são inevitáveis nesse caso



http://pt.wikipedia.org/wiki/Tsunami